sábado, 4 de dezembro de 2010

I need you here.

- É tarde - disse, seca.
- São só 19:45 - ele disse em tom brincalhão. Tive vontade de mergulhar na brincadeira, e envolve-lo em meus braços.
Mas o que eu disse foi.
- Você entendeu o que eu quis dizer. - eu disse sem humor.
Não pude ler a expressão que seus olhos transmitiam, pois minha covardia não deixava encara-los.
- Tudo bem. Eu vou. - ele disse simplismente. - Mas se pensa que eu vou desistir você está enganada.
Ao ele sair do cômodo, minhas pernas tremeram, minha visão emboçou-se, meu coração doeu. Tentei arranjar apoio e nada encontrei, cair de joelhos. Por quê eu deixei ele fosse embora? Eu me questionava. Batidas na porta chamou minha atenção. Olhei e lá estava ele, encostado na porta.
- Eu disse que não desistiria. - ele sorriu, e se aproximou de mim.
- Idiota.
- Eu te amo. - E beijou meus lábios, e eu não impedir mais. Por que impedir? Eu o amava tanto.

(Leydiana Thais C. de Freitas)

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