quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Kiss me, now.

- Eu te amo.
- Prove.
- Não.
- Então você não me ama.
- Basta olhar dentro dos meus olhos.
- Estou olhando.
- E...?
- Não vejo nada.
- Está enganada.
- Não estou blefando, quero a prova do seu amor.
- Quer saber? Que se dane você e sua prova de amor, estou cheio, adeus.
- Não vá.
- Por que não? O que você quer de mim, garota?
- Eu quero a prova.
- Não vou provar nada. Se não acredita, tudo bem. Não preciso que você acredite.
- Babaca.
- Vaca histérica.
- Beija-me.
- O quê?
- Era só isso que eu queria desde de o começo. Era só essa prova que lhe pedira, e você não entendia. Poderia provar-me, agora?

(Leydiana Thais C. de Freitas)

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