sábado, 8 de janeiro de 2011

i remember, baby

Olhei para os cantos a procura de você,  eu não enchegava nada além da escuridão. Gritei várias vezes pelo seu nome, e nada aconteceu. Cadê você, amor? Volte! Eu gritava. Impeça que esse buraco em meu peito aumente com sua ausência. Por favor... não me deixe assim. Eu preciso da sua voz aveludada sussurando em meu ouvido, preciso do seu abraço apertado, do seu beijo viciante, dos seus olhos escuros indiscretos... eu preciso.
Acordei meio a um sonho, ou pesadelo. E lembre-me que você jamais voltaria, e que eu teria que conviver com o buraco que vem de alastando em meu peito. Não quero que as lembraças venham em minha mente, mas essa é a única maneira de lembrar que você existiu. E que me fez sentir algo que eu nunca sentir por uma pessoa. Você me fez sorrir, me fez te amar, e partiu ... quando eu mais precisei de você, seu idiota.

(Leydiana Thais C. de Freitas)

Nenhum comentário:

Postar um comentário